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Se Cesária Évora estivesse viva faria hoje, 27 de Agosto, 75 anos.

 

 

Cesária Évora é, sem dúvida, a cantora cabo-verdiana de maior reconhecimento internacional de toda a história da música popular cabo-verdiana.

 

Por estar essencialmente relacionada com a morna, Cesária Évora foi denominada pelos seus fãs como a "rainha da morna”. Por outro lado, a sua forma de se apresentar nos palcos, sem sapatos, fê-la conhecida como a “diva dos pés descalços”.

 

Cize, como era conhecida pelos amigos, começou a cantar, desde muito cedo. Aos 16 anos já cantava em bares e hotéis e, com a ajuda de alguns músicos locais, ganhou maior notoriedade.

 

Aos vinte anos, trabalhou como cantora para os navios do Congelo, recebendo conforme as actuações que fazia. Em 1975, frustrada por questões pessoais e financeiras, aliado à dificuldade económica e política do jovem país, deixou de cantar. Durante esse período, que se prolongou por dez anos, Cesária teve de lutar contra o alcoolismo.

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Os Sokols de Cabo Verde

Brito-Semedo, 20 Ago 16

  

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 O Governador passando revista aos Sokols (pelotão de oficiais). Foto Manuel N. Ramos, 1933

 

 

Em Homenagem a Júlio Bento de Oliveira, Comandante dos Sokols

 

 

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Em 1932, Júlio Bento de Oliveira (Santo Antão, 29.Dezembro.1905 – 30.Abril.1984), um funcionário da Western Telegraph Company, fundou em São Vicente uma organização de massa juvenil inspirado no movimento checo surgido em 1862, com o nome de os “Sokols de Cabo Verde”.

 

Os Sokols, para além da cultura física, procuravam inculcar nos seus membros os valores cívicos e democráticos que também regiam a sua congénere da Checoslováquia, tendo deixado profundas marcas no seio dos jovens mindelenses.

 

O nome da associação foi posteriormente mudado, com a tradução da palavra sokol, para “Falcões de Cabo Verde” e os seus Estatutos publicados no Boletim Oficial, N.º 52, de 29 de Dezembro de 1934.

Razões internas e externas serviram de pretexto para o Estado Novo ditar o seu fim:

 

– em 1934, durante a “Revolta de Nhô Ambrose”, a associação tinha ajudado a acalmar o povo, tendo demonstrado simpatia pela sua causa;

 

– em 1937, os “Sokols de Cabo Verde” manifestaram o seu repúdio pela decisão governamental de extinguir o liceu;

   

 

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