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5 comentários

De Romina a 06.03.2012 às 10:56

quero comprar um "Caboverdiano do Bolso" para oferecer a um amigo que quer aprender o crioulo, onde posso adquirir um?
Abraço, Romina

De Brito-Semedo a 07.03.2012 às 19:47

Cara Leitora, Se vive na Praia ou em S. Vicente é relativamente fácil. O Institut Français deve ter (ainda) à venda. Entretanto, se vive fora, já é mais difícil e não sei se o polde comprar via online. Obrigado por se ter posto "Na Esquina". Cumprimentos.

De Romina a 07.03.2012 às 21:35

Obrigada pela atenção, Sr Brito, e reparei que não me reconheceu sou Romina Reis e tou no Porto ;) alguns amigos meus interessaram em aprender crioulo e estou dando "aulas" de crioulo, conhece mais algum livro que pode me ajudar neste sentido? fui à fnac e encomendei "O Caboverdiano de Bolso"!

De Brito-Semedo a 07.03.2012 às 22:03

Desconfiado estava eu, mas não sabia que a menina era frequentadora do "Na Esquina", rssss , mas não tinha a certeza certa, passe o pleonasmo. Sobre material didáctico de apoio ao ensino do caboverdiano , falarei noutro espaço. Bijim grande e bom estudo e ensino no Porto!

De José Anónimo a 12.03.2012 às 03:24

Cara Romina ,

Se me permite, gostaria de dar algumas dicas que podem ser úteis para si, e para os seus amigos.

Eu tenho esse livrinho, «O Caboverdiano de bolso», e é preciso não se esquecer que esse livro é exactamente o que diz o nome: um guia de língua de bolso. Nessa óptica, ele está bem estruturado, é suficientemente acessível e está claramente dirigido para um certo público-alvo: pessoas que queiram «desenrascar-se» em crioulo para, por exemplo, uma estadia breve em Cabo Verde. O livro contém pequenos erros (na pronúncia e na gramática), mas nada que altere a qualidade básica do livro.

O que realmente me chocou são algumas apreciações subjectivas, por parte do autor, sobre os hábitos dos cabo-verdianos. Por exemplo, quando o autor diz «...se os (...) caboverdianos não lhe agradecerem, não interprete isso como uma indelicadeza (...). Trata-se (...) de uma convenção de boa educação diferente da portuguesa.», que o autor me desculpe, mas eu não posso concordar com isso! É mais provável que o autor teve contactos com pessoas cujo nível de educução é diferente do meu e do dele. Ele não pode generalizar essas apreciações para TODOS os cabo-verdianos...

Agora, se você quiser envolver-se na empreitada de ensinar crioulo a terceiros, já é mais difícil encontrar livros que lhe possam servir de apoio. Já existe muita documentação DESCRITIVA sobre o crioulo. O que não existe é alguma gramática PRESCRITIVA. Metaforicamente, existe material que diz que o crioulo pode ser cor de rosa, pode ser verde, pode ser às bolinhas, mas não há nada que diga o que é «correcto» e o que é desvio. Se precisar de mais ajuda, estarei disposto a ajudá-la.

Cumprimentos

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