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Encontra-se na Praia uma equipa da Universidade de Michigan (EUA) a conduzir um estudo exploratório com o propósito de reconstituir a história genética do povo cabo-verdiano através da análise das variantes do Crioulo, ao mesmo tempo que recolhe amostras de ADN. A combinação desses dados linguísticos e genéticos “permitirá dizer se os ascendentes de um grupo de indivíduos vieram de África, da Europa ou de ambos os lugares”.

 

Esta equipa de investigadores é chefiada pela caboverdiano-americana, Marlyse Baptista, Professora Associada do Centro para Estudos Afro-Americanos e Africanos do Departamento de Linguística, e integra dois outros investigadores, Noah A. Rosenberg, Professor Associado do Departamento de Genética Humana (ausente nesta fase) e Paul Verdu, Antropólogo Biólogo do Departamento de Genética Humana. A equipa permanecerá no País até ao dia 26 de Julho.

 

Segundo a investigadora Marlyse Baptista, esta pesquisa envolve uma amostra de cerca de 20 indivíduos, repartidos pelas variantes de S. Vicente e de Santiago. A informação linguística obtida neste estudo será usada como base para uma série de artigos sobre as propriedades fonológicas, morfo-sintácticas e semânticas da língua caboverdiana e as amostras genéticas, utilizadas em pesquisas futuras.

 

 

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