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Felizmente Há Luar!

Brito-Semedo, 19 Jan 12

 

Denunciando a injustiça da repressão e das perseguições políticas levadas a cabo pelo Estado Novo, a peça Felizmente Há Luar!, publicada em 1961, no mesmo ano de Angústia para o Jantar, esteve proibida pela censura durante muitos anos. Só em 1978 foi pela primeira vez levada à cena, no Teatro Nacional, numa encenação do próprio Sttau Monteiro.


Eu sou um homem de teatro concreto, real, de palco. Para mim, o teatro surge quando está no palco, quando estabelece uma relação social, concreta, num povo e num grupo. O livro meramente, ou o texto, tem para mim muito pouco significado, apesar de eu ser um autor teatral. (...) Se vocês são o teatro do futuro, eu sou o do passado. Eu sou um homem para quem só conta o espetáculo.

 

Estas são palavras proferidas por Sttau Monteiro e publicadas em Le théatre sous la contrainte, Atas do Colóquio Internacional realizado em Aix-en-Provence, em 4 e 5 de dezembro de 1985, publicadas pela Universidade de Provence, em 1988.


É com esta citação que o Professor José Oliveira Barata, autor de Para Compreender Felizmente Há Luar!, estudo publicado também por Areal Editores, ilustra o facto de o texto dramático constituir apenas um primeiro passo para fomentar, em quem ensina e em quem aprende, o gosto pelo Teatro, entendido como expressão cultural socialmente condividida (Fonte).

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Após o acidente de barco que a sua mulher sofreu, um homem (George Clooney) tenta pegar nas rédeas da sua família e levar a vida para a frente. As suas duas filhas (Shailene Woodley e Amara Miller), de quem ele era bastante distante, vão ajudá-lo a trilhar o caminho que tem pela frente.

 

Título Original: The Descendants

Intérpretes: Amara Miller,Beau Bridges,George Clooney,Judy Greer,Mary Birdsong,Matthew Lillard,Nick Krause,Robert Forster,Shailene Woodley

Realização: Alexander Payne

Distribuido em Portugal por: Big Picture Films

Género: Comédia, Drama

Ficha Técnica: Duração: 1h55m | Origem: EUA, 2011

Site Oficial: Internacional 

 
 
 
 

 

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Suspende fragmentos na câmara escura, que se revelam à luz da lembrança...

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