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A crise explicada às crianças

Brito-Semedo, 15 Mai 12

 

Numa altura em que só se fala em crise, crise e mais crise, quem explica às crianças o que é essa coisa que a todos nos aflige? Este livro explica. E explica de acordo com a ideologia favorita de cada leitor: se prefere as justificações defendidas pela esquerda começa a ler o livro por um lado, se prefere as justificações defendidas pela direita começa a ler o livro por outro.


Os protagonistas são os mesmos dos dois lados – um urso gordo (o défice) e um enxame de abelhas furiosas (os mercados) – mas as explicações para o estado a que o país chegou mudam bastante consoante o ponto de vista favorito do leitor e o sentido da sua leitura.

Escrito por João Miguel Tavares (autor de Os Homens Precisam de Mimo, membro do Governo Sombra e colunista do Correio da Manhã) e ilustrado por Nuno Saraiva (co-autor de Filosofia de Ponta e um dos mais prestigiados ilustradores portugueses), A Crise Explicada às Crianças é o livro que Vítor Gaspar [Ministro das Finanças de Portugal] gostaria de ter escrito para ler aos seus filhos antes de os pôr na cama.

 

Título: A crise explicada às crianças
Autor: João Miguel Tavares / Nuno Saraiva
Colecção: Infanto-Juvenil

Editora: Esfera dos Livros

Impressão/reedição: Maio 2012

 

 

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Vitorino Nemésio Mendes Pinheiro da Silva nasceu nos Açores (Ilha Terceira) a 19 de Dezembro de 1901 e faleceu em Lisboa a 20 de Fevereiro de 1978. Foi ficcionista, poeta, cronista, ensaísta, biógrafo, historiador da literatura e da cultura, jornalista, investigador, epistológrafo, filólogo e comunicador televisivo, para além de toda a actividade de docência.

 

Levou a cabo, na sua obra, uma transformação das tendências da Presença (que de certa forma precedeu), que garantiu a eternidade dos seus textos. Fortemente marcado pelas raízes insulares, a vida açoriana e as recordações da sua infância percorrem a obra do escritor, numa espécie de apelo, revelado pela ternura da sua inspiração popular, pela presença das coisas simples e das gentes, e pela profunda humanidade face à existência e ao sofrimento da vida humana.

 

 

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Esquecer!? Ninguém esquece…
Suspende fragmentos na câmara escura, que se revelam à luz da lembrança...

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