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Dia dos Avós, o 1.º de Muitos

Brito-Semedo, 26 Jul 12

 

Comemora-se o Dia dos Avôs e Avós em 26 de julho. E esse dia foi escolhido para a comemoração porque é o dia de Santa Ana e São Joaquim, pais de Maria e avós de Jesus Cristo.

 

A data da festa de São Joaquim sofreu várias alterações ao longo dos tempos. Inicialmente era celebrada no dia 20 de março, associada à de São José, tendo sido depois transferida para o dia 16 de agosto, para associar-lhe ao triunfo da filha na celebração da Assunção, no dia precedente.

 

Em 1879, o papa Leão XIII, cujo nome de batismo era Gioacchino (versão italiana de Joaquim), estendeu sua festa a toda Igreja. Finalmente, o Papa Paulo VI associou num único dia, 26 de julho, a celebração dos pais de Maria Santíssima.

 

Conta a história que, no século I a.C., Ana e seu marido, Joaquim, viviam em Nazaré e não tinham filhos, mas sempre rezavam pedindo que o Senhor lhes enviasse uma criança. Apesar da idade avançada do casal, um anjo do Senhor apareceu e comunicou que Ana estava grávida, e eles tiveram a graça de ter uma menina abençoada a quem batizaram de Maria.

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Era Uma Vez Três Velhinhas…

Brito-Semedo, 25 Jul 12

Era Uma Vez Três Velhinhas…, de Anna Claudia Ramos, nasceu para homenagear Marina, Mercedes e Virgínia, para falar da vida. Mas, com muita delicadeza, a autora trata também da morte.

 

O livro conta a história de três velhinhas que queriam continuar meninas, compartilhando generosidade e carinho. O tempo, porém, é inexorável…

 

Nas mãos do ilustrador Alexandre Rampazo, as três velhinhas ficaram divertidíssimas. Adoro especialmente a imagem da Marina sobre uma pilha de livros, na ponta dos pés.

 

Leia, a seguir, trechos da conversa com Anna Claudia:

 

O que surgiu primeiro: as personagens ou o tema?

 

As personagens. Escrevi a história numa tarde, num dia em que estava chateada. Pensei em fazer um livro para homenagear três pessoas que foram muito importante na minha vida – a minha avó Gigi (Virgínia); a Marina, bibliotecária com quem comecei a trabalhar; e a Mercedes, com quem também convivi bastante. Minha avó, aos 94, perguntava: “O que vai ser de mim quando a velhice chegar?”. Para ela, velhice era não conseguir se locomover, perder a independência. Ela morreu aos 104 anos.

 

No livro, você fala da morte com muita delicadeza…

 

É engraçado o rumo que um livro toma. Não escrevi para falar de morte, essa não foi a minha intenção. Queria tratar da vida, homenagear essas velhinhas. (Fonte)

 

Era Uma Vez Três Velhinhas…

Escritora: Anna Claudia Ramos

Ilustrador: Alexandre Rampazo

Globo Livros

Faixa etária indicada: 4 a 7 anos

 

 

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Suspende fragmentos na câmara escura, que se revelam à luz da lembrança...

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