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'Brave - Indomável', em Estreia

Brito-Semedo, 15 Ago 12

 

Merida é uma habilidosa arqueira e a impetuosa filha do Rei Fergus e da Rainha Elinor. Determinada a trilhar o seu próprio destino, Merida desafia um costume ancestral, sagrado para os poderosos senhores da terra: o intenso Lord MacGuffin, o arrogante Lord Macintosh e o irritante Lord Dingwall. As ações de Merida lançam inadvertidamente o caos e a fúria no reino, e quando ela recorre a uma velha e excêntrica Bruxa a ajuda vem em forma de maldição. O perigo iminente força Merida a descobrir o significado da verdadeira coragem para que possa desfazer a terrível maldição antes que seja tarde demais.

 

Brave - Indomável

M12

País: Estados Unidos

Ano: 2012

Género: Animação http://www.disney.pt/brave/

 

 

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Portugueses no Holocausto

Brito-Semedo, 14 Ago 12

Milhares de judeus da Europa que eram descendentes de portugueses morreram nas câmaras de gás nazis, garante a investigadora Esther Mucznik, autora do livro Portugueses no Holocausto, lançado no final do mês de Maio.

 

Mucznik cita o caso “de um dos grandes pintores da escola holandesa”, Baruch Leão Lopes de Laguna, de origem portuguesa, que morreu em 1943, no campo de concentração de Auschwitz – e “com ele desapareceram quatro mil judeus de origem portuguesa na Holanda, que acabaram nas câmaras de gás”, acrescenta a investigadora.

 

A autora de Portugueses no Holocausto lembra ainda que também havia luso-descendentes noutras partes da Europa, como deportados de Salónica, na Grécia, que acabaram mortos.   A investigadora procurou o rasto de portugueses e descendentes de portugueses que morreram devido às políticas de exterminação racial da Alemanha nazi, mas também actos de salvação de vidas, como os do diplomata Aristides de Sousa Mendes, cuja “coragem e sensibilidade à dor que o rodeava foram determinantes no salvamento de milhares de pessoas”.

 

Sousa Mendes não é o único. No Memorial dos Justos, em Jerusalém, consta também o nome de outro diplomata, Carlos Sampaio Garrido, e a investigadora cita ainda, entre outros, Alfredo Casanova, em Génova, Lencastre de Menezes, em Atenas, José Luís Archer, em Paris, Teixeira Branquinho, em Budapeste, e a infanta Maria Adelaide de Bragança que, em Viena, “não ficou indiferente ao sofrimento e não hesitou em ajudar a resistência”.

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