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Na SonCente, Moda um Passarim

Brito-Semedo, 24 Out 12

Escola Primária da Chã de Cemitério, datada de 1951, Foto Maria Catela, Junho.2010
 
- Para o Amigo Valdemar Pereira
 

Faço normalmente a pé o percurso da minha casa para o trabalho na Morada, seguindo pela Av. Manuel de Matos, passando pela minha velha casa, a Fábrica Favorita, a Escola Primária, o Largo John Miller, a Fábrica Sport, o Grémio Sportivo Castilho, a Rua de Côco, indo sempre em frente, passando a Padaria de Nhô Nton Djudjim, até desembocar no largo do antigo Liceu Gil Eanes.

 

Voltar para viver em S. Vicente tem sido deveras interessante e hoje dei-me conta que ando pulando “moda um passarim". Visito os lugares de diazá com nostalgia, à cata de memórias; páro nas ruas a procurar descobrir os lugares e a recordar como as lojas e as casas eram antes e quem eram os donos ou nelas viviam; cumprimento a todos, sobretudo as pessoas mais velhas, da minha infância; cruzo-me com antigos colegas da escola e revejo amigos desse tempo, que me fazem festa e dão as boas-vindas.

 

Agora à tarde, quando ia para o trabalho, vi um movimento de alunos do ensino básico – distingui-os pela cor azul da bata – à entrada do edifício da minha antiga Escola e decidi dar fé ao que ali se passava. Aproximei-me e meti conversa com eles. Contei-lhes que tinha estudado ali a 1.ª e a 2.ª classe. Os meninos, sérios, a olhar para mim sem dizer palavra. Um dos professores, acabado de entrar, olhou-me sorridente e disse:

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Heróis do Ultramar

Brito-Semedo, 23 Out 12

Uma homenagem a toda a geração submetida ao maior dos sacrifícios: o da guerra. Uma grande lição de coragem para todos os portugueses. Testemunhos dos intervenientes, cruzando-os, sempre que possível, com informação existente sobre os episódios.

 

Sobre o livro:

 

Entre 1961 e 1974, centenas de milhares de portugueses combateram em Angola, em Moçambique e na Guiné. Mas, como acontece em todos os conflitos, só alguns combatentes se destacaram.

 

Heróis do Ultramar traça o retrato de um punhado de homens que se distinguiram nos campos de batalha da Guerra Colonial e que ainda hoje são recordados pela sua bravura extrema.

 

Portugueses que, independentemente do curso da História, da política ditada pelo governo de Lisboa, das suas próprias convicções e até das suas personalidades por vezes polémicas, demonstraram uma extraordinária capacidade de liderança debaixo de fogo e uma determinação inabalável perante a adversidade e o terror que só uma guerra consegue despertar.   Escrito a partir de vários testemunhos e das memórias dos combatentes, Heróis do Ultramar reúne alguns dos episódios mais ousados e dramáticos das três frentes do conflito português em África, na perspectiva dos seus principais protagonistas no terreno. (Fonte)

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Esquecer!? Ninguém esquece…
Suspende fragmentos na câmara escura, que se revelam à luz da lembrança...

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Jornalista e Poeta Eugénio Tavares

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