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A Primeira “Festa da Árvore” CV

Brito-Semedo, 24 Out 12

 

  

Desenvolvendo uma parceria efectiva entre a Praia de Bote e a Esquina do Tempo, dois blogues de SonCent, este magazine cultural passa a publicar, a partir de hoje, uma crónica mensal do Comandante Djack de Capitania, de seu nome de registo Joaquim Saial.

 

 

A árvore sempre foi motivo de simbolismo para os povos. Em geral, personificando a vida em constante mudança mas podendo apresentar outras sentidos, segundo a sua adopção por religiões, grupos filosóficos ou políticos diferentes. Não vem ao caso discorrer sobre o tema, mas podemos recordar que é durante a Revolução Francesa, nos finais do século XVIII, que o cerimonial alusivo à árvore se populariza com a plantação das “árvores da Liberdade” – por sua vez lembradas dos “postes da Liberdade” erigidos nos Estados Unidos da América após a guerra da independência. Embora significando purificação, renovação e estabilidade, por exemplo, muito mais se associou a árvore a ideais de liberdade, igualdade e fraternidade, divisa principal do movimento revolucionário. E, logo assim, próximos dos ensinamentos das cartilhas maçónica e republicana.

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