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A Chave do Cadáver

Brito-Semedo, 17 Dez 12

"A ideia central deste livro foi a de passar em forma de livro alguns contos escritos em crioulo, na variante sanicolaense.

 

Eis que a melodia e a doçura, parte integrantes com que é formado e falado este idioma, me vêm assediando e enfeitiçando dias há, num convite persistente e, portanto, irrecusável, para assentar no papel esses contos maravilhosos, resgatando-os assim da vala do esquecimento, e não só.

 

Entre eles há uma interacção natural, um abraço mútuo, como é óbvio, do verdadeiro e do fictício, em que este, mais lhe serve de almofada.

 

Optei no entanto, por obedecer ao critério fonológico em lugar do etimológico por me parecer mais cientifico escrevendo as palavras na exacta forma em que são pronunciadas e cantadas fugindo também, quanto me foi possível ao estrangeirismo, uma vez que o crioulo sanicolaense de algum tempo a este parte, vem sendo “ enriquecido” com termos estrangeiros, provindos de fontes várias sendo o seu veículo, o emigrante.

 

Dada a fluidez com que se fala este idioma em pauta, isto é, sem quaisquer nós no discurso, a perturbar a sua suavidade escorregadia e a sua vizinhança com a língua mãe - o português - não vi a necessidade de fazer a sua tradução.

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