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Texto da comunicação apresentada no I Congresso Internacional de Língua Portuguesa, realizado em Lisboa nos dias 27 e 28 de Fevereiro, em representação da Universidade de Cabo Verde.

 

Cabo Verde alberga uma sociedade que, antes do mais, fala crioulo cabo-verdiano como língua materna. Sendo uma língua marcadamente oral e com muitas variantes regionais, são recentes as iniciativas para o seu registo escrito de uma forma sistemática, o que tem promovido a importância académica da língua cabo-verdiana.

 

Ainda que “parente” do português, a transposição das competências linguísticas do cabo-verdiano para o português não são simples nem automáticas. A língua oficial é a portuguesa, razão pela qual o ensino da Língua Portuguesa é incumbência do Ministério da Educação, já que se trata da língua oficial, sendo esta, ainda, a língua de ensino em todo o sistema educativo. A escolaridade obrigatória é alcançada, em Cabo Verde, quase em pleno, o que tende a formar uma sociedade bilingue. Assim sendo, quando os alunos ingressam na Universidade, já dominam, ainda que com um grau de proficiência variável, a língua portuguesa. É a partir dessa plataforma que a Uni-CV actua, intervindo em três vertentes: (1) o treino e aperfeiçoamento da leitura, da escrita e da oralidade no decurso do processo ensino-aprendizagem nas diversas disciplinas, (2) a oferta de disciplinas de Língua Portuguesa com pendor mais ou menos técnico-prático e (3) a formação em Língua e Literatura Portuguesas ao nível da graduação e da pós-graduação.

 

Nesta comunicação, abordarei os tópicos: (i) A Uni-CV, uma Universidade Pública com desígnio nacional e (ii) A estratégia do reforço da Língua Portuguesa pela Uni-CV – Realizações, perspectivas e parcerias.

 

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O Velho do Rio Sem Nome

Brito-Semedo, 27 Fev 13

O quarto livro do escritor angolano na colecção Literatura Plural, dedicada a autores africanos, estará também à venda em Angola e Moçambique através da Plural Editores.

 

"Ao longe uma silhueta descontraída, vestida de tarde, um homem subia a ladeira na calma amarelada do dia que suportava uma beleza silenciosa. Um velho com os seus noventa e um anos (a idade não serve só para envelhecer), magro, de mãos enrugadas, vestido de negro, rosto cansado pelos tantos anos já vividos sobre aquela face que, tantas tardes, como aquela já viu e viveu. Sobe com a energia possível, carregado de umas folhas verdes que apanhara nas margens do rio Kuanza, chega ao cimo transpirado.

 

Não o percebo nem o entendo, mas confio no saber dos anos. A este, dei do meu comer, e dele a inspiração para este título: O Velho do Rio Sem Nome."

 

Género: Romance

Quem: Vítor Burity da Silva

Ano: 2013

Editora: Porto Editora

Número de Páginas: 304

 

 

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Esquecer!? Ninguém esquece…
Suspende fragmentos na câmara escura, que se revelam à luz da lembrança...

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