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O Prémio Melhor Música do Carnaval foi criado em 1993 pelo Pólo do Mindelo do Centro Cultural Português com o objectivo de valorizar um dos elementos mais importantes do espectáculo carnavalesco que, até então, não era distinguido com qualquer prémio: a criação de marchas e sambas originais para os Grupos de Carnaval, por compositores que tantas vezes ficavam no anonimato.

 

Compositores consagrados como Manuel d’ Novas e Vlú, ou menos conhecidos como Manuel Ramos Lopes e Alcides Caumene “Abreu”, foram os vencedores na primeira década de atribuição do Prémio que, nos últimos 10 anos, tem sido “repartido” entre dois compositores de enorme talento, que se impuseram neste género musical: Vlú e Constantino Cardoso.

 

Desde o início, o Prémio foi organizado em estreita colaboração com a Câmara Municipal de S. Vicente, entidade a quem compete a organização e regulamentação do desfile oficial do Carnaval Mindelense e que entrega, na segunda-feira de Carnaval, no CCP, as gravações das músicas a Concurso. Cabe, então, a um júri convidado pelo CCP avaliar cada tema musical em função de vários parâmetros como: criatividade; ritmo/melodia; harmonia e letra, atribuindo a cada um uma pontuação, numa escala de 1 a 10, que pesa 4/5 na avaliação final.

 

De facto, porque se trata de músicas criadas para um desfile carnavalesco, é necessário avaliar a interpretação e a animação com que os elementos dos Grupos interpretam essas músicas. Esta parte da avaliação está a cargo dos elementos do júri do Carnaval, escolhidos pela CMSV. À música mais pontuada caberá o Prémio Melhor Música do Carnaval, no valor de 45.000$00, que nos últimos anos tem sido patrocinado pelo Banco Comercial do Atlântico.

 

Fonte: C-CCP/Pólo Mindelo

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"Negras e Negros Inventores"

Brito-Semedo, 5 Fev 13

 

 

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Quando se pensa em inventores e cientistas, imaginamos automaticamente a figura de um homem branco e idoso, ou às vezes de uma mulher branca, ou raramente de um descendente de asiático vestidos com um avental branco. Esta imagem é amplamente divulgada nos meios de comunicação diuturnamente por décadas e mais décadas. Mas nem passa pelo imaginário da maioria das pessoas, que mulheres e homens negros fazem e fizeram inovações nos mais diversos campos do conhecimento humano. É como se negros não fossem dotados de inteligência e capacidade de criar, a não ser nas áreas muito divulgadas como nos esportes (futebol e basquete) e nas artes (artes cênicas, ritmos musicais e moda).

 

A primeira imagem é do McDonalds dos Estados Unidos. Tive contato com esta publicidade na revista Ebony de fevereiro de 1996. Qual não foi o meu espanto em saber destas informações aos 25 anos de idade? Porquê eu não soube destas invenções na escola? Porquê me negaram estas informações? Porquê no Brasil não havia um só livro escrito sobre este tema: negros e ciência? Foram estas inquietações que me fizeram pesquisar e publicar este livro: Negras e Negros Inventores, Cientistas e Pioneiros - Contribuições para o Desenvolvimento da Humanidade, publicado pela EDUEL (Editora da Universidade de Londrina, em parceria com a Uniafro do Ministério da Educação).

 

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