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A primeira vez que damos com Leão dos Santos Lopes é em 1 de Julho de 1920, quando lhe faleceu a filha Marta de cinco anos em Pawtucket, Rhode Island, onde residia. Era nessa altura casado com Maria Lopes, provavelmente também originária das ilhas, de quem não conseguiremos saber mais nada. Mas em Junho de 1923 , também o encontramos, em anúncio da sua loja, a Mercearia Portuguesa, na Hamilton St., 42, Pawtucket. Ali se “[vendia] tudo quanto [havia] de bom e barato no género de latas de conserva, sardinhas portuguesas, carne, etc., etc.” Volta a surgir-nos no ano seguinte, quando a Direcção do Clube Republicano Português da mesma cidade agradece a 44 sócios incluídos numa lista de doadores os contributos para a continuação do levantamento do edifício da sua sede. Leão ofereceu 200 dólares, sendo dos 44 o quinto a dar maior quantia, apenas superada por outro com 500, dois com 650 e um com 1000 dólares. Ainda em 1924, é membro da Comissão de Angariação de Fundos de Central Falls para o levantamento do Monumento aos Mortos da Grande Guerra de Lisboa.

 

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Esquecer!? Ninguém esquece…
Suspende fragmentos na câmara escura, que se revelam à luz da lembrança...

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Jornalista e Poeta Eugénio Tavares

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