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Morreu Ofélia Ramos

Brito-Semedo, 25 Mai 13


 

Ofélia Ramos

 

S. Vicente, 04.Agosto.1930 – 23.Maio.2013

 

 

Morreu Ofélia, a mnininha da Chã de Cemitério, sobrinha de Hilário Ramos, eximio tocador do banjo e do violão que acompanhou B.Léza na sua digressão à Portugal, e irmã dos guitarristas Djosinha e Ildo.

 

Senhora das noites cabo-verdianas do Mindelo e dona do "Bar Calypso", Ofélia é uma figura incontornável da cultura sanvicentina que ajudou a promover a música, a gastronomia e a tradição cabo-verdianas.

 

Ofélia foi emigrante em Dacar, Senegal, e regressou a São Vicente na década de 1970, quando abriu "Calypso" na Avenida da Holanda - o cantinho mais genuíno de Mindelo, onde as noites cabo-verdianas desfilavam ao som de violinos, cavaquinhos, choros de violão e foi a rampa de lançamento para muitos artistas mindelenses.

 

Por lá passaram nomes consagrados como Cesária Évora, Manuel d´Novas, Chico Serra, Luís Morais, Canhota, Caraca, Natal e Frank Cavaquim, Tito Paris, Bau e Malaquias Costa.

 

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25 de Maio, Dia da África

Brito-Semedo, 24 Mai 13

 

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O 'continente negro' celebra hoje, sábado, 50 anos desde a criação, em Addis Abeba (Etiópia), da Organização de Unidade Africana (OUA), em carta assinada por 32 estados africanos já independentes na altura.


O acto constituiu-se no maior compromisso político dos líderes africanos, que visou a aceleração do fim da colonização do continente.

 

No dia 25 de Maio de 1963 reuniram-se 32 Chefes de Estado africanos com ideias contrárias à subordinação a que o continente estava submetido durante séculos (colonialismo, neocolonialismo e 'partilha da África').

 

Dessa reunião, nasceu a OUA (Organização de Unidade Africana). Pela importância daquele momento, o 25 de Maio foi instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas), em 1972, Dia da Libertação de África. O dia representa também um profundo significado da memória colectiva dos povos do continente e a demonstração do objectivo comum de unidade e solidariedade dos africanos na luta para o desenvolvimento económico continental.

A criação da OUA traduziu a vontade dos africanos de converterem-se num corpo único, capaz de responder, de forma organizada e solidária, aos múltiplos desafios com que se defrontam para reunir as condições necessárias à construção do futuro dos filhos de África.

 

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Suspende fragmentos na câmara escura, que se revelam à luz da lembrança...

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    Só música de qualidade! Instrumentos de corda real...

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    Oi sou cabo-verdiano, estou aqui de passagem, esto...

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