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Bênção da Fita pelo Frei Bernardino Lima, docente no DCSH-SV
 
Discurso Finalista
 
Discurso Coordenadora do Curso de Ciências de Educação
 
Discurso Vogal/Coordenadora do DCSH-SV
 

Discurso Vice-Reitor da Uni-CV

 

Colocação da fita

 

Docentes do DCSH-SV

 

Finalistas do Curso de Licenciatura em Ciências de Educação

Finalistas com o Vice-Reitor

 

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Pirinha-das-ilha para os finalistas

Brito-Semedo, 14 Jul 13

 

Liceu Velho.jpeg

Edifício do Liceu Velho, pertença da Uni-CV

 

 

Estudantes Finalistas do Curso de Licenciatura em Ciências de Educação,

 

O momento é de festa e o acto, carregado de simbolismo. Enquanto mnine de SonCent e trofél [traquinas], trago no bolso das minhas “calças-de-pé-curto”, pirinha-das-ilha [rebuçado artesanal] do Nhô César do Monte, compradas a meio tostão cada, para oferecer a cada um de vós, finalistas, neste vosso dia especial de festa d’ bol ma vin de gente grande.

 

Vamos lá a ver se as encontro neste meu bolso sem fundo e no meio destas minhas tralhas todas – botões, pratins e bolinhas de vidro para jogar berlinde, tiras de borracha para fazer forquilha, cordel para apanhar pardal, giz para desenhar no passeio, fio de nylon para pescar e outras coisas mais.

 

Enquanto isso, deixem-me contar-vos como eram as festas de finalistas do meu tempo, que é como quem diz, de diazá.

 

Confesso que até hoje tenho muita mágoa e uma certa frustração por nunca ter tido uma festa d’ bol ma vin – na verdade era festa onde se servia bolos secos e cake, refresco e uma espécie de sangria! – sobretudo o do fim do exame do segundo grau (4.ª classe). Outra mágoa minha é a de não ter tido a festa do fim do 2.º ano dos liceus nem a Festa de Finalista do Secundário (o 7.º ano)!

 

Tenho como referência as festas d’ bol ma vin de alguns amigos meus mais velhos, pois acompanhei-os nelas vezes sem conta, sempre almejando o meu dia.

 

Meninos de Escola.jpeg

Festa d’ bol ma vin, Foto Margarida Santos, Julho.2013

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Vendedeiras de peixe, galos e 440 Hz

Brito-Semedo, 13 Jul 13

 

As vendedeiras de peixe na cidade do Mindelo vão pelas ruas, sobretudo nos subúrbios, apregoando alegremente o peixe fresco que propõem. Por vezes cantam numa tonalidade que é modificada a favor da tonalidade que os galos cantam. Vendedeiras e galos, cantam normalmente em La, na frequência 440 Hz, frequência estandartizada internacionalmente para a afinação dos instrumentos.

 

1. O refrão das vendedeiras de peixe (oli cavala fresk), na tonalidade de la menor (original);

 

2. ‘4 Notas na cidade’, versão para clarinete e orquestra de cordas, na tonalidade de mi menor. 

 

 

 

 

 

 - Vasco Martins

 

 

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