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António Victor Ramos Rosa

 

Faro, 17.Outubro.1924 - 23.Setembro.2013

 

 

Morreu esta segunda-feira em Lisboa, aos 88 anos, o poeta e ensaísta António Ramos Rosa, um dos nomes cimeiros da literatura portuguesa contemporânea, autor de quase uma centena de títulos, de O Grito Claro (1958), a sua célebre obra de estreia, até Em Torno do Imponderável, um belo livro de poemas breves publicado em 2012. Exemplo de uma entrega radical à escrita, como talvez não haja outro na poesia portuguesa contemporânea, Ramos Rosa morreu por volta das 13h30 desta segunda-feira, em consequência de uma infecção respiratória, em Lisboa, no Hospital Egas Moniz.

 

PRÉMIOS:

 

Prémio Fernando Pessoa, da Editora Ática (Segundo Lugar ex-aequo), 1958 (Viagem através duma nebulosa)
Prémio Nacional de Poesia, da Secretaria de Estado de Informação e Turismo (recusado pelo autor), 1971 (Nos seus olhos de silêncio)
Prémio Literário da Casa da Imprensa (Prémio Literário), 1971 (A pedra nua)
Prémio da Fundação de Hautevilliers para o Diálogo de Culturas (Prémio de Tradução), 1976 (Algumas das Palavras: antologia de poesia de Paul Éluard)
Prémio P.E.N. Clube Português de Poesia, 1980 (O incêndio dos aspectos)
Prémio Nicola de Poesia, 1986 (Volante verde)
Prémio Jacinto do Prado Coelho, do Centro Português da Associação Internacional de Críticos Literários, 1987 (Incisões oblíquas)2
Prémio Pessoa, 19882
Grande Prémio de Poesia APE/CTT, 19892 (Acordes)
Prémio da Bienal de Poesia de Liége, 19912
Prémio Jean Malrieu para o melhor livro de poesia traduzido em França, 19922
Prémio Municipal Eça de Queiroz, da Câmara Municipal de Lisboa (Prémio de Poesia), 1992 (As armas imprecisas)
Grande Prémio Sophia de Mello Breyner Andresen (Prémio de Poesia), São João da Madeira, 2005 (O poeta na rua. Antologia portátil)

 

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