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Tributo a Manel d'Novas

Brito-Semedo, 28 Set 13

 

Manel Novas.jpeg

 Hamilton Silva, Aguarela 2012

 

Manuel de Novas ou Manel d'Novas

  

Santo Antão, 24 de Fev. de 1938 – 28 de Set. de 2009

 

Foi um dos poetas e compositores cabo-verdianos mais conhecidos internacionalmente.

 

Baptizado como Manuel Jesus Lopes, Manuel de Novas escreveu Stranger ê um ilusão, Lamento d'um emigrante e outras letras. Considerado, por isso, um dos mais importantes trovadores de Cabo Verde, compositor preferido de Cesária Évora e Bana, entre outros. Ler mais

  

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Academia CV de Letras - Discurso PR

Brito-Semedo, 28 Set 13

Presidente da Assembleia Geral da Academia, David Hopffer Almada; Ministro da Cultura, Mário Lúcio Sousa; e Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca
 

O acto constitutivo da Academia Cabo-verdiana de Letras – ACL é prova irrefutável da saúde da nossa Nação. Em boa verdade, quando uma Nação, com raízes tão profundas no tempo como a nossa, demonstra ter ainda húmus para continuar a afinar a sua organização e sistematização é porque está bem.

 

A Nação cabo-verdiana antecede o Estado cabo-verdiano. Muito antes da constituição do ente que confere personalidade jurídica à Nação cabo-verdiana, esta já se havia constituído e consolidado. E se dúvida houvesse a esse respeito, o rol de Imortais da nascente Academia Cabo-verdiana de Letras está aí para elucidar os mais cépticos. Todos eles nasceram e assumiram a sua cabo-verdianidade muito antes do 5 de Julho de 1975, e mesmo deram contribuição decisiva para a orientação dos movimentos sociais e políticos que viriam a liderar a luta para a autodeterminação e independência de Cabo Verde.

 
Todos eles, de André Alvares D' Almada (1555 – 1650) a João Baptista Rodrigues (falecido recentemente), passando Por Antónia Gertrudes Pusich, José Evaristo de Almeida, Guilherme Dantas, Luís Loff de Vasconcelos, Januário Leite, Eugénio Tavares, Pedro Monteiro Cardoso, João Lopes, António Aurélio Gonçalves, Jorge Barbosa, Manuel Monteiro Duarte, Jaime de Figueiredo, Manuel Lopes, Baltasar Lopes da Silva, Manuel Ferreira, António Nunes, Henrique Teixeira de Sousa, Amílcar Cabral, Yolanda Morazzo, Ovídio Martins, Gabriel Mariano, Leopoldina Barreto, João Varela,  Mário Fonseca, João Henrique de Oliveira Barros e tantos outros valorosos descendentes desta pátria que, pelo seu engenho e pela sua arte, se foram da lei da morte libertando, nasceram, medraram e deram a sua contribuição para a construção desta Nação valente, ainda antes das lutas que conduziriam ao nascimento do Estado cabo-verdiano.

 

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