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Num post de apresentação do romance O Escravo, de José Evaristo d'Almeida, dizia que este autor tinha publicado um folheto intitulado "Epístola A***", que tem uma referência a Cabo Verde, apenas por ouvir dizer [O Escravo (1856), O 1.º Romance Cabo-verdiano].

 

Hoje, pelas mãos de um amigo do grupo 'Criolo de Djabraba', Turíbio Hamilton Pinheiro, a Esquina do Tempo tem o privilégio de poder apresentar aos seus leitores esse belo poema de 223 versos de José Evaristo d'Almeida, o fundador do romance cabo-verdiano, que não se esqueceu de Cabo Verde “...onde eu passara/ uns doz’annos de bem custosa vida...”.

 

Antes, porém, uma nota que se impõe. Segundo Turíbio Hamilton Pinheiro, "para além dos dois descendentes de José Evaristo d’Almeida, citados nos dados biográficos fornecidos a página 9 de O Escravo, encontram-se, felizmente, por esse mundo fora, muitos descendentes desta interessante figura que passou por Cabo Verde. Uns, em Cabo Verde, mas a maioria, nos Estados Unidos da América, creio eu".

 

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Nova Sintra, Foto Djibla

 

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