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Tudo é Claridade

Brito-Semedo, 18 Jan 15

 

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O grito da independência literária de Cabo Verde foi lançado em Março de 1936 com a publicação da Revista de Arte e Letras Claridade[1]. O Movimento Modernista crioulo viria a processar-se em dois momentos distintos. O da libertação formal, impulsionado pela revista portuguesa Presença; e o da sintonização com as realidades locais, comandada pelo exemplo da geração de 1930 do Realismo Nordestino Brasileiro. Aliás, como mais tarde registaria Amílcar Cabral, que viria a ser fundador e líder do PAIGC:

 

“… Bruscamente, porém, opera-se a transformação. A Poesia Cabo-Verdiana abre os olhos, descobre-se a si própria, é o romper duma nova aurora. É a claridade que surge, dando forma às coisas reais, apontando o mar, as rochas escalvadas, o povo a debater-se nas crises, a luta do cabo-verdiano ‘anónimo’, enfim, a terra e o povo de Cabo Verde. Por isso, o carácter intencional – e felizmente intencional – do nome da revista que revela essa profunda modificação na Poesia Cabo-Verdiana: ‘Claridade’[2].

 

 

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Suspende fragmentos na câmara escura, que se revelam à luz da lembrança...

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