Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

A Literatura na Guiné-Bissau

Brito-Semedo, 7 Set 15

 

G-B.jpg

 Dentre as antigas colónias portuguesas, a Guiné-Bissau é o país onde a literatura mais demorou a se desenvolver. Esse atraso aconteceu devido o fato de ser uma colónia de exploração e não de povoamento, estando submetida ao governo geral da colónia de Cabo Verde por um bom tempo.

 

A Guiné-Bissau apresenta quatro diferentes fases de sua literatura: uma primeira fase anterior a 1945, uma segunda entre 1945 e 1970, uma outra entre 1970 e o fim dos anos 1980 e finalmente a fase iniciada na década de 1990. Para analisá-las é importante saber que a Guiné-Bissau é um país que foi colónia de Portugal desde o século XV e se tornou independente em 1973, sendo a primeira colónia portuguesa a conseguir independência.


Fase anterior a 1945 => Durante esse período Cónego Marcelino Marques de Barros teve destaque, o que ele escrevia era caracterizado por uma abordagem paternalista e próxima do discurso colonial.

 

Fase entre 1945 e 1970 => Nesse período surgem os primeiros poetas guineenses, dentre os mais conhecidos estão Vasco Cabral e António Baticã Ferreira. A literatura desse período é caracterizada pela poesia de combate, que criticava a miséria, o domínio e a péssima qualidade de vida que ele gerava e a luta pela independência.


Fase entre 1970 e fim dos anos 1980 => Alguns dos poetas mais marcantes desse período foram Agnelo Regalla, António Soares Lopes (Tony Tcheca), em suas obras eles apresentavam um caráter mais social. Com a independência em 1973, a literatura da época começou a abordar temas como a construção de uma nação e a luta por um futuro melhor.


A partir da década de 1990 => Alguns dos poetas mais marcantes desse período foram Agnelo Regalla, António Soares Lopes (Tony Tcheca), em suas obras eles apresentavam um caráter mais social.

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Esquecer!? Ninguém esquece…
Suspende fragmentos na câmara escura, que se revelam à luz da lembrança...

Pesquisar

Pesquisar no Blog

Jornalista e Poeta Eugénio Tavares

Comunidade

  • Djack

    A primeira medalha faz-me muita "manha", porque nã...

  • Manuel Brito-Semedo

    Caro Zé Hopffer, Excelente! Terei isso em consider...

  • Anónimo

    Esqueci-me de me identificar no comentário anterio...

subscrever feeds

Powered by