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Neta e Avô França

 

 

Gostaria de começar por uma afirmação na qual acredito e que tenho ouvido, por entre várias palavras amigas de consolo, nos últimos dois meses.

 

O nascimento dos filhos é a única forma de driblar a morte. É através da família dos valores e do amor que se transmite de geração em geração, que permanecemos vivos no mundo, por muito tempo depois da nossa partida física.

 

Com esta afirmação, gostaria de vos contar uma história.

 

Em 1925, no dia 15 de Dezembro, nascia Arnaldo Carlos Vasconcelos França. O mais velho dos dois filhos do casal que viria a ser conhecido pela minha mãe e pela minha por Vovó Dulce e Vovô França.

 

Arnaldo começou por ser conhecido por Arnaldico. E porque não Arnaldinho? Porque já existia um…primo Arnaldo, também ele nascido em 1925! Perante este facto, a forma mais natural que se achou, foi chamar-lhe Arnaldico, para que de forma carinhosa, o amor começasse a ser dedicado àquele novo membro da família.

 

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Esquecer!? Ninguém esquece…
Suspende fragmentos na câmara escura, que se revelam à luz da lembrança...

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Jornalista e Poeta Eugénio Tavares

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