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"Comer, Rezar, Amar", Livro

Brito-Semedo, 16 Ago 10

A partir de agora e recorrendo às informações disponibilizadas na net pelas editoras portuguesas e brasileiras, o "Na Esquina do Tempo" passa a apresentar uma nova rubrica, o "Livro da Semana".

 

Na sequência do último "Filme em Cartaz", aqui apresentado, nada como abrir esta secção com o livro que esteve na origem de Comer, Rezar, Amar.

 

Através da indicação da página electrónica, que acompanhará o texto de apresentação, o leitor, querendo, pode encomendar o livro da sua preferência. É que, citando o blogue Chocolate para a Alma, "ler não engorda!"

 

Comer, rezar.jpeg

 

O prazer mundano, a devoção religiosa e os verdadeiros desejos.

Sucesso mundial com mais de 4 milhões de exemplares vendidos, "Comer , Rezar, Amar" ocupou por cerca de um ano o primeiro lugar da lista de mais vendidos do The New York Times e foi lançado em trinta países.

 

 

As vendas do livro, publicado no Brasil em fevereiro de 2007, cresceram de maneira significativa nos últimos meses - apenas em janeiro, foi vendida mais da metade do total de exemplares comercializados ao longo de todo o ano passado. Graças a esse enorme sucesso entre os leitores brasileiros, Comer, rezar, amar acaba de ganhar uma edição em novo formato.


Elizabeth Gilbert estava com quase trinta anos e tinha tudo o que qualquer mulher poderia querer: um marido apaixonado, uma casa espaçosa que acabara de comprar, o projeto de ter filhos e uma carreira de sucesso. Mas em vez de sentir-se feliz e realizada, sentia-se confusa, triste e em pânico.


Enfrentou um divórcio, uma depressão debilitante e outro amor fracassado. Até que decidiu tomar uma decisão radical: livrou-se de todos os bens materiais, demitiu-se do emprego, e partiu para uma viagem de um ano pelo mundo – sozinha. "Comer, Rezar, Amar" é a envolvente crônica desse ano. O objetivo de Gilbert era visitar três lugares onde pudesse examinar aspectos de sua própria natureza, tendo como cenário uma cultura que, tradicionalmente, fosse especialista em cada um deles. "Assim, quis explorar a arte do prazer na Itália, a arte da devoção na Índia, e, na Indonésia, a arte de equilibrar as duas coisas", explica.


Em Roma, estudou gastronomia, aprendeu a falar italiano e engordou os onze quilos mais felizes de sua vida. Na Índia dedicou-se à exploração espiritual e, com a ajuda de uma guru indiana e de um caubói texano surpreendentemente sábio, viajou durante quatro meses. Já em Bali, exercitou o equilíbrio entre o prazer mundano e a transcendência divina. Tornou-se discípula de um velho xamã, e também se apaixonou da melhor maneira possível: inesperadamente.


Escrito com ironia, humor e inteligência, o best seller de Elizabeth Gilbert é um relato sobre a importância de assumir a responsabilidade pelo próprio contentamento e parar de viver conforme os ideais da sociedade. É um livro para qualquer um que já tenha se sentido perdido, ou pensado que deveria existir um caminho diferente, e melhor.


Aclamado pelo The New York Times como um dos 100 livros notáveis de 2006 e escolhido pela Entertainment Weekly uma das melhores obras de não-ficção do ano, "Comer, Rezar, Amar" originou o roteiro do filme homônimo.

 

Título: Comer, Rezar, Amar

Género: Não Ficção
Autor: Gilbert, Elizabeth
Editora: Objetiva

 

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1 comentário

De Brito-Semedo a 19.08.2010 às 13:19

Recebi de uma leitora atenta, “com olhos de ver a capa do livro”, indicações que representam os 3 países onde a história se passa. Por que a achei interessante e curioso, partilho-a com o “Clube da Esquina”, com os meus agradecimentos à autora e a devida vénia:


 “A palavra comer está escrita com macarrão cozido. Claro, representa a Itália, terra que popularizou o spaguetti, apesar dele ter sido inventado pelos chineses.


A palavra rezar está escrita com um japamala ou mala (substantivo masculino), que é um colar de contas, usado no budismo e no hinduísmo para recitar os mantras. Os mantras são o Verbo. No princípio era o Verbo, Verbo é som, som é energia e energia se torna matéria condensada.


A palavra amar está escrita com fios de tecido colorido, cores quentes e alegres, tal como os trajes na Indonésia”.

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