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Manuel António Pina

 

(Sabugal, 18. Nov. 1943 – Porto, 19.Out. 2012)

 

 

 Uma Homenagem-Lembrança de Maria Alzira Seixo

 

Com que palavras e sem que palavras?

Os substantivos rareiam, os verbos vagueiam

por salões vazios e incendiados

entregando-se a guionistas e aparentados.

 

Cheira excessivamente a morte por aqui

como no fim de uma batalha cansada

de feridas antigas, e eu sobrevivi

do lado errado e pela razão errada.

 

- Manuel António Pina

 

Tudo o que está certo se torna incerto. O erro perdura. Com ele vamos procedendo a transformações, reconstruindo. Obrigada pelo futuro de leitura que nos deixas, Manuel.

 

- Maria Alzira Seixo, Lisboa, 19.Outubro.2012

 

 

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