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Mário Matos

Brito-Semedo, 7 Dez 12

 

Mário da Silva Matos nasceu em S. Vicente a 02 de Novembro de 1927.

 

Ingressou nos Serviços de Saúde em 1951, fez o curso geral de enfermagem, exerceu a função como técnico de Radiologia, Fisioterapia, Oftamologia. Na área de Comunicação Social foi director administrativo da Rádio Voz de S. Vicente, Delegado do Instituto Cabo-verdiano de Cinema, Delegado do Jornal Voz di Povo e da Televisão Experimental de Cabo Verde.

 

Interessou pela radiodifusão desde 1948, escreveu artigos de opinão e crónicas para os jornais Voz di Povo, Tribuna, A Semana, Arte e Letra e nas revistas Montanha, Cábrea , A Corrente e Mindelact e publicou o livro Contos e Factos. Fez teatro e actou em dois filmes (Segredo de um Coração Culpado e Testamento do Senhor Napumoceno).

 

Na área do desporto foi Presidente da Direcção do G. D. Amarante, Secretário do Clube de Golfe de S. Vicente, Presidente da Corporação dos árbitros de Cabo Verde, entre outros.

 

Foi homenageado pela Câmara Municipal de S. Vicente pela a sua intervenção cívica e preservação do património cultural e pela Associação Mindelact com o prémio de mérito teatral.

 

Faleceu na cidade do Mindelo a 26 de Julho de 2000.

 

 

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3 comentários

De alvaro andrade a 07.12.2012 às 22:48

Boa lembrança de um mindelense ilustre, porque culto, cidadão comprometido, cortês, alguém que tínha gosto em cumprimentar ainda que timidamente, porque tinha a idade da minha mãe.

De Adriano Miranda Lima a 08.12.2012 às 00:38

Mário Matos é um cidadão mindelense de estirpe e valor, e a sua profícua actividade no âmbito profissional, cívico e cultural falam por ele. Nunca convivi com ele porque era de uma geração mais próxima da dos meus progenitores, mas o que fui conhecendo a seu respeito merece o meu sincero  tributo à sua memória.

De zito azevedo a 07.12.2012 às 23:55

Mário Matos foi uma individualidade multifacetada, profissional de escol e amante de muitas tarefas, passando pelo desporto, pela rádio, etc. Era irmão do meu amigo e companheiro de aventuras no  Rádio Clube Mindelo, Evandro de Matos - o Evandrita - outro amarantino dos sete costados. Fiquei a dever a Mário Matos, talvez, a vida da minha filha, quando ele lhe aplicou apenas metade da dosagem de uma droga receitada pelo médico pois achou que o clinico se havia enganado...por excesso que, segundo fiquei a saber mais tarde, poderia ter sido fatal, não fora o profissionalismo e a competência de Mário Matos...A minha mais sentida homenagem!

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