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Você não faz 500 milhões de amigos sem conquistar alguns inimigos

 

Eduardo Saveri, brasileiro, estudava economia em Harvard. Nessa mesma universidade estudava Mark Zucker-berg, americano, estudante de ciências da computação. Com uma forcinha do destino, viraram amigos. Melhores amigos.

 
Savarin, ficou conhecido pelos estudantes em Harvard por ter ganhado 300 mil dólares com o fundo de Hedge. Era um investidor nato. Já Zuckerberg, vivia por e pelos compu-tadores. Programação era sua paixão.


Depois de uma bebedeira Zuckerberg criou um site, com conteúdo (fotos, dados) hackeado de outras universidades. Site esse que quase o levou a ser expulso de Harvard. Mas que lhe serviu como um portal para outras possibilidades.


Alguns alunos souberam desse talentoso programador e o convidaram para programar um site de encontros, onde os universitários pudessem se conhecer melhor. Mas Zuckerberg visualizou uma outra ideia: e se ele aproveitasse o programa que ele já tinha e convertesse para uma rede social, onde estudantes de Harvard pudessem colocar afinidades entre si? Não seria um site de encontros, mas também não deixaria de ser um site de relacionamentos.

Para o site funcionar perfeitamente bem precisaria ter um bom servidor, e aí que Saverin entrou em ação. Comprou servidores. Em menos de uma semana o Facebook entrou no ar. Em um mês mais da metade dos estudantes da universidade tinha se registrado no site.

 
Com a expansão para outras universidades logo ficou provado que eles precisariam de estagiários e de anunciantes. Saverin continuou investindo no Facebook ao mesmo tempo em que corria atrás de anunciantes.

 

Tudo girava em torno dele - o Facebook. A empresa. A revolução. Isso era tudo que importava a Mark agora. Ele sabia que estava à frente de algo gigantesco. Essa produção de Mark Zuckerberg mudaria o mundo. Como o Napster, só que maior. Tudo no Facebook girava em torno da liberdade de informação. Uma rede social verdadeiramente digital. Colocando o mundo real na internet.


Eduardo teria que entender. Mas e se não entendesse? p. 188

 

O Facebook era a vida de Zuckerberg, que largou a faculdade para continuar a fazer melhorias no site. Saverin condenou e se formou. À medida que o tempo ia passando e o site crescendo, logo ficou visível para Saverin que talvez ele não conhecesse de fato Zuckerberg, e que talvez a amizade não fosse tão sólida quanto ele pensava.

Bilionários por acaso: a criação do facebook, de Ben Mezrich é uma leitura super agradável. Zuckerberg criou algo que deu muito certo. Acumulou inimigos por isso, afinal qualquer coisa que envolva dinheiro, provavelmente envolverá discussão. Mas, ele criou o Facebook com o que sabia fazer de melhor. Ele vivia para transformar seu sonho numa realização de sucesso.


Relatando todos os bastidores por detrás da criação do Facebook, Mezrich nos mostra o que o capitalismo é capaz de fazer. Ele contou uma história de sexo, dinheiro, genialidade e traição. A narrativa parece tão real quanto um filme. Na verdade, o livro originou o filme A rede social, que estréia no Brasil, início de dezembro. in Menina da Bahia 

 

Autor: Mezrich, Ben

Edição : 1 / 2010

Editora: Intrinseca
Idioma : Português
País de Origem : Brasil
Número de Paginas : 232

 

NOTA: Em Portugal o livro está traduzido como Milionários Acidentais. A Fundação do Facebook.

 

A Rede Social

  

 

The Social Network (conhecido no Brasil e em Portugal como A Rede Social) é um filme de 2010, do gênero drama, sobre a fundação do website Facebook. O filme foi dirigido por David Fincher e possui em seu elenco os atores Jesse Eisenberg, Andrew Garfield, Justin Timberlake, Brenda Song, Max Minghella, Rooney Mara, Rashida Jones e Armie Hammer (Trailer).

 

Aaron Sorkin escreveu o roteiro baseado no livro de não-ficção The Accidental Billionaires, de Ben Mezrich. Nenhum dos empregados do Facebook esteve envolvido no projeto, embora o co-fundador Eduardo Saverin tenha sido consultor para o livro de Mezrich. O filme foi colocado em desenvolvimento em junho de 2009 e finalizado em setembro de 2010. Foi distribuído pela Columbia Pictures e estreou em 1 de outubro de 2010 nos Estados Unidos, 4 de novembro de 2010 em Portugal e tem previsão de lançamento no Brasil para e 3 de dezembro do mesmo ano.

 

Ficha Técnica

Gênero: Drama
Censura: 14
Duração: 121 min.
Tipo: Longa Metragem / Colorido
Distribuidora: Sony Pictures
Produtora(s): Columbia Pictures, Relativity Media, Michael De Luca Productions, Scott Rudin Productions, Trigger Street Productions
Diretor(es): David Fincher
Roteirista(s): Aaron Sorkin, Ben Mezrich
Elenco: Jesse Eisenberg, Rooney Mara, Bryan Barter, Dustin Fitzsimons, Joseph Mazzello, Patrick Mapel, Andrew Garfield, Toby Meuli, Alecia Svensen, Calvin Dean, Jami Owen, James Dastoli, Robert Dastoli, Scotty Crowe, Jayk Gallagher

  

Recepção

Foi geralmente bem recebido pela crítica especializada, obtendo 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, que se baseou em 253 críticas recolhidas, das quais 245 foram consideradas positivas e oito, negativas; segundo o site, o consenso foi, "com um roteiro impecável, bela direção e cheio de ótimas performances, The Social Network é um ambicioso exemplo do melhor do cinema moderno". Por comparação, no Metacritic o filme recebeu uma média de 95/100, com base em 42 críticas, sendo classificado como "aclamação universal".

 

Apesar disso, não foi apoiado pelo Facebook e seu diretor-executivo e co-fundador Mark Zuckerberg, que é mostrado como um anti-herói; apesar do roteiro ter sido mostrado para os sócios da empresa e algumas edições terem sido feitas, eles não o aprovaram.

 

Bilheteria

Debutou na primeira posição em seu primeiro final de semana nos cinemas dos Estados Unidos, arrecadando US$23 milhões. Permaneceu nessa posição no final de semana seguinte, com US$15,5 milhões, acumulando 46 milhões em seus primeiros quinze dias.

 in Wikipédia

 

 

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Jornalista e Poeta Eugénio Tavares

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