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Homenagem a Roberto Duarte Silva

Brito-Semedo, 10 Jan 11

 

(Santo Antão, 1837 - Paris, 1889)

 

 

Em Maio de 2010, a Câmara Municipal da Ribeira Grande de Santo Antão anunciou a pretensão de criar uma “Fundação Roberto Duarte Silva” (Conferir Aqui). 

 

Rba. Grande (Santo Antão), Foto de 1999 - Mercearia Cipriano Cruz, casa onde Roberto Duarte Silva nasceu

 

Rue de La Harpe (Paris), onde Roberto Duarte Silva viveu

 

Fotos Joaquim Saial

 

 

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8 comentários

De Redy a 10.01.2011 às 12:46

Meu caro, a nível de organização espacial, que grande coincidência entre onde nasceu e onde viveu...

De Brito-Semedo a 10.01.2011 às 12:56

É verdade, Amigo, da casa humilde da Vila (?!) da Ribeira Grande de Santo Antão, anónimo, para a Cidade Luz, exímio Químico de projeção internacional!
Aguarda-se a fundação prometida e um reconhecimento a este filho ilustre de Santo Antão! Um abraço!

De Ernestina Santos a 13.01.2011 às 18:56

Um projecto que espero ir em frente com a possível celeridade, pois tal filho da terra santantonense merece esta condigna homenagem.
É de louvar o percurso de vida de Roberto Duarte Silva, que começou a trabalhar num balcão de um simples boticário da vila de Ribeira Grande, na ilha de Santo Antão onde nem luz elétrica havia na altura, singrando aos poucos nos estudos até partir para Paris, onde concluiu um curso superior em física.
É notável como consegue chegar a ser cientista num país como França, tendo em consideração as suas origens humildes. A minha Ilha Mágica, como eu a chamo carinhosamente, fará jus à memória do filho cujo nome saiu do anonimato e guindou aos anais da história da ciência química!
Bem hajam os que querem participar seriamente neste projecto da Fundação Roberto Duarte Silva!

De Joaquim Saial a 16.04.2011 às 11:49

Agradeço a inclusão das fotos (que só agora vi) mas na realidade apenas a primeira (a da mercearia Cipriano Cruz, casa onde nasceu Roberto Duarte Silva) é realmente minha, feita na Ribeira Grande em 1999; a da rua foi retirada de um sítio da Internet.

Um abraço,
Joaquim Saial

De Brito-Semedo a 16.04.2011 às 15:37

Caro Amigo, É bom encontrá-lo parado aqui no "Na Esquina". Vivendo tão perto e passando na minha porta quase todos os dias (em direcção ao liceu), mas desencontrados! Estou farto de ir à "Praia de Bote" e tenho apreciado o que faz, curiosamente, bem parecido com o que também aqui se faz, ainda que com menos engenho e arte, hahaha !!!
Correcção feita à legenda das fotos, espero ter ganho um amigo sanvicentino-portuga.
Um braça e bom fim-de-semana!

De Joaquim Saial a 17.04.2011 às 17:46

Também por aqui venho frequentemente, porque "Na Esquina do Tempo", tal como na "Praia de Bote", cheira a mancarrinha, a grogue, a cachupa e a mom fetchode. Se olharmos ali para o lado direito até vemos a marca de uma manga di tera que alguém esborrachou na parede para a tornar mais mole. Portanto, estar aqui ou na Rua de Praia é a mesma coisa.

Um abraço
Joaquim Saial

De Brito-Semedo a 17.04.2011 às 20:55

E vai um grog no Botequim Boca de Tubarão para selarmos esta amizade bloguista ?!

De Joaquim Saial a 18.04.2011 às 14:17

Quando voltar ao Mindelo, é limpinho!
Aliás, era o meu botequim preferido em miúdo (na altura ele pertencia ao Faustino), embora só lá comprasse toffees, drops, chuinga e laranjadas. Mas ia com os marinheiros que bebiam no local aquel grogim sabe de Santatom.
Obviamente, quando regressei a S. Vicente em 99 e 2001 fui molhar o bico ao Boca de Tubarão e soube-me a pouco.
Braça
Joaquim Saial

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