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Papel-Moeda de 1945 do BNU

Brito-Semedo, 3 Fev 11

 

Em 1930, o ministro das Finanças António de Oliveira Salazar, acabou com a dupla circulação monetária em Portugal, retirando a divisa monárquica. A partir de 1931, assistiu-se a um novo período na história da moeda portuguesa, marcado pela transformação oficial do escudo de ouro em simples padrão teórico. O escudo conheceu entre 1920 e 1940, apesar dos percalços da economia portuguesa, um período de "relativa estabilidade", com "apenas" 20 desvalorizações.

 

Até ao fim da Segunda Guerra Mundial, 1945, o escudo não evitou algumas derrapagens e oscilações, devido ao conflito, mas depois recuperou a estabilidade, que se manteve até à década de 60. Outra faceta curiosa marcou a evolução do escudo no Estado Novo: o uso de notas e moedas como complemento popularizante dos manuais de história e da propaganda oficial do regime. Registou-se na Ditadura também uma normalização de emissões de notas e moedas, "patrióticas" e de glorificação dos heróis nacionais e dos Descobrimentos.

 

"História do Escudo", inInfopédia

 

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2 comentários

De Ernestina Santos a 03.02.2011 às 22:05

Muito interessante, Prof.

Mas é pena não haver dados sobre esta nota-papel...

Comno sou cuiriosa, fui tentar saber alguma coisa sobre o ano de 1945, na Infopédia (http://www.infopedia.pt/$historia-do-escudo-():

"Em 1930, o ministro das Finanças António de Oliveira Salazar, acabou
com a dupla circulação monetária em Portugal, retirando a divisa
monárquica. A partir de 1931, assistiu-se a um novo período na história
da moeda portuguesa, marcado pela transformação oficial do escudo de
ouro em simples padrão teórico. O escudo conheceu entre 1920 e 1940,
apesar dos percalços da economia portuguesa, um período de "relativa
estabilidade", com "apenas" 20 desvalorizações. Até ao fim da Segunda
Guerra Mundial, 1945, o escudo não evitou algumas derrapagens e
oscilações, devido ao conflito, mas depois recuperou a estabilidade,
que se manteve até à década de 60. Outra faceta curiosa marcou a
evolução do escudo no Estado Novo: o uso de notas e moedas como
complemento popularizante dos manuais de história e da propaganda
oficial do regime. Registou-se na Ditadura também uma normalização de
emissões de notas e moedas, "patrióticas" e de glorificação dos heróis
nacionais e dos Descobrimentos."

Mantenha e abraço.
Tina

De Brito-Semedo a 04.02.2011 às 19:27

Amiga Ernestina, Leitora Atenta e Opinativa, Reconheço que a minha intenção de fazer o historial do papel-moeda terá ficado coxo com a falta de um texto explicativo. Assim, agradeço a sua observação e o trabalho de pesquisa que, por o achar pertinente, foi trazido para o post, para o corpo do texto. Obrigado e votos de um bom fim-de-semana!

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