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Dia do Professor Cabo-verdiano

Brito-Semedo, 23 Abr 12

 

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Baltasar (Osvaldo Alcântara) Lopes da Silva 

 

(São Nicolau, 23 de Abril de1907 – 28 de Maio de 1989)

 

 

Romancista, contista, poeta, filólogo e ensaísta. Fez os primeiros estudos em Cabo Verde, licenciou-se em Direito e em Filologia Românica pela Universidade de Lisboa. Regressou depois ao seu arquipélago, tendo-se fixado na cidade do Mindelo, na Ilha de São Vicente, onde exerceu a advocacia e foi professor e reitor do Liceu Gil Eanes. Após a independência do seu país, foi membro do Conselho de Justiça da República de Cabo Verde. Foi doutor honoris causa pela Universidade de Lisboa, para cuja Faculdade de Letras havia sido convidado em meados da década de quarenta como professor, convite que declinou.


Como poeta assinava com o pseudónimo de Osvaldo Alcântara. Recolheu e traduziu contos e poesias populares crioulas.

 

Fundador e grande animador da revista Claridade, é autor de Chiquinho, 1947; Cabo Verde visto por Gilberto Freyre, 1956; O dialecto crioulo de Cabo Verde, 1957; Antologia da Ficção Cabo-Verdiana Contemporânea, 1961; Cântico da Manhã Futura (poemas), 1986 (com o nome poético de Osvaldo Alcântara); Os trabalhos e os dias (contos), 1987; e Escritos Filológicos e Outros Ensaios, 2010. (Fonte)

 

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1 comentário

De Valdemar Pereira a 25.04.2011 às 15:48

Amigo, relativamente ao repto,
No meu tempo, quando interrompi os estudos para os meninos de Chã de Cemitério que jogavam "4 trocada 8 cabada" ali à porta da nossa casa - tinha eu apenas 12 anos - os mais famosos eram o então Antero de Fula (antes de ir estudar para Portugal), Pereirinha que cedo nos deixou com "doença fraca", Djosinha de sr. Vasco Lopes e Toi Carolino (sua mãe nha Carolina, da Chã de Cemitério, era doente-de-cabeça) concunhado do dr. Antero Barros.
Pouco depois apareceu um que, com apenas a 4a classe, era mais competente do que certos "diplomados": - Sr. Alfredo Brito, boavistense, mindelense de coração.
Quando um aluno dizia ter sido aluno do Sr. Alfredo, era garantido que podia falar no mais-que-perfeito-do-conjuntivo e não escrevia, desenhava as letras como um calígrafo.
Fui seu aluno apenas uma semana (devido a distância) mas tive um seu afilhado (de nome Manuel Costa, que era guarda de escocá-caca) que me ensinava a caligrafia.
Se não aceito o repto que ora me lança é porque não tenho dados concretas e não desejo ser contradito. Mas cá estarei sempre neste lugar para tudo quanto me for possível.
Tcheu mantenha

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