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CV 100 Poemas.jpg

 

 

Caminante, no hay camino,

se hace camino al andar.

 

Al andar se hace el camino,

y al volver la vista atrás

se ve la senda que nunca

se ha de volver a pisar.

 

Caminante no hay camino,

sino estelas en la mar.

Caminhante, não há caminho,

faz-se caminho ao andar.

 

Ao andar se faz caminho,

e ao voltar a vista atrás

se vê a senda que nunca

se voltará a pisar.

 

Caminhante, não há caminho,

mas sulcos de escuma ao mar.

 

 

Extracto de Proverbios y cantares XXIX, in Campos de Castilla, 1912

– Antonio Machado (Sevilha, 1875 – 1939)

 

 

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O primeiro romance de temática cabo-verdiana é, sem dúvida, O Escravo, de Evaristo d’Almeida (Portugal, 1810? – 1856?), publicado em 1856 (na verdade, dado a conhecer ao grande público em 1989, quando saiu a segunda edição) cuja acção decorre em Santiago, na Vila da Praia.

 

Que se saiba, depois disso e até à publicação do romance Os Dois Irmãos (1998), de Germano Almeida (Boa Vista, 1945), a ilha de Santiago não foi objecto, enquanto locus central, de nenhuma outra obra literária de ficção. Em 2010 Germano Almeida voltou com A Morte do Ouvidor, um romance histórico sobre a elite da Ribeira Grande de Santiago dos anos setecentos.

 

Em 2015 apareceu o romance Papa por uma Noite, estreia em ficção de David Hopffer Almada (Santiago, 1945) e, mais recentemente, em finais de 2016, A Ponte de Kayetona, estreia de Eurydice (Eurídice Monteiro, Santiago, 1981). Em todas essas obras o espaço da acção é o interior da ilha de Santiago, designadamente, Santa Catarina, Ribeira Grande e Calheta de São Miguel.

 

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Suspende fragmentos na câmara escura, que se revelam à luz da lembrança...

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Jornalista e Poeta Eugénio Tavares

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