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Matilde, 75 anos do seu naufrágio

Brito-Semedo, 16 Mar 18

 

Miradouro Cruz Grande - Brava.jpg

 Miradouro Cruz Grande, Ilha Brava

 

  

Em memória de Nhô Henrique de Lola, Capitão do veleiro Matilde

 

 

No dia 27 de Agosto de 1943 o navio Matilde, capitaneado por Nhô Henrique de Lola, de Lém, saiu do Porto da Fajã d'Água, na ilha Brava, para a América aonde nunca chegou.

 

Matilde, construído em São Vicente, pertenceu à Casa Carvalho, que lhe deu o nome, passou para Manito Bento, abastado comerciante da Praia, e posteriormente foi adquirido por Daniel e Abel do Sr. Ramos, grande comerciante de Cova Rodela, Brava. Quando desta última transação o barco achava-se com a proa avariada devido a um embate.

 

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Está disponível em português, para download gratuito, a obra ‘Njinga Mbande: Rainha do Ndongo e do Matamba’, uma publicação digital sobre uma das lideranças mais expressivas que Angola já teve, um marco de governança feminina fora do comum, que se revelou como negociadora e diplomata ímpar, além de apresentar táticas de guerra e espionagem importantes para resistir aos projetos de colonização portuguesa.

 

O e-book é uma produção da Unesco – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, publicado em 2014, por meio da Divisão das Sociedades do Conhecimento – Sector de Comunicação e Informação, com apoio da Divisão para a Igualdade de Género, com financiamento do Governo da República da Bulgária.

 

Além de conteúdos descritivos, a publicação também conta com dossiê pedagógico e uma história em quadrinhos qua ajudam a compreender e trabalhar melhor com a biografia abordada. Ao todo, são 56 páginas que, ao tratar da história da personagem principal, também faz conexões com a história de Angola e seus desafios, como o tráfico de escravizados(as), construção de identidade da população e como a figura e atitudes de Njinga inspiraram diversas religiões de origem africana.

 

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