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O livro A rainha dos estapafúrdios valeu ao escritor angolano José Eduardo Agualusa o prémio Manuel António Pina, criado este ano para distinguir obras da literatura para a infância e juventude, revelou hoje [14.Junho] o júri à agência Lusa. Com ilustrações de Danuta Wojciechowska, editado em 2012 pela D. Quixote, o livro narra as aventuras da perdigota Ana, uma pequena perdiz cinzenta que, à procura de uma plumagem mais colorida, cai num arco-íris e que, depois de muitas peripécias, se transforma na rainha da savana.

 

O júri foi consensual em atribuir o prémio desta primeira edição a A rainha dos estapafúrdios, por ser a obra que reuniu todos os requisitos do galardão, criado em honra de Manuel António Pina, disse Adélia Carvalho, um dos elementos do júri.

 

O Prémio Manuel António Pina, no valor de 2.000 euros, foi criado pela editora Tcharan para premiar textos de literatura infanto-juvenil do universo lusófono, em honra do escritor, falecido em outubro passado.

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A Vida no Céu é um romance distópico, num futuro que se segue ao Grande Desastre, e em que o Mundo deixou de ser onde e como o conhecemos. Encontrando-se o globo terrestre inteiramente coberto por água, e a temperatura, à superfície, intolerável, restou ao Homem subir aos céus. Mas essa ascensão é literal (não é alusiva ou simbólica): a Humanidade, reduzida agora a um par de milhões de pessoas, habita aldeias suspensas e cidades flutuantes - dirigíveis gigantescos denominados Tóquio, Xangai ou São Paulo - e os mais pobres navegam o ar em pequenas balsas rudimentares. Carlos Benjamim Moco é o narrador da história. Tem 16 anos e nasceu numa aldeia, Luanda, que junta mais de cem balsas. O desaparecimento do pai fará com que Benjamim decida partir à sua procura.

 

A Vida no Céu

de José Eduardo Agualusa 

Edição/reimpressão: 2013

Páginas: 256

Editor: Quetzal

 

 

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