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Sendo nós originários das ilhas e vivendo em meios pequenos e, convenhamos, acanhados, onde a relação de parentesco é uma teia emaranhada, por vezes complexa, sem a possibilidade de anonimato e onde a vida e as estórias das pessoas e das famílias são praticamente do domínio público, os leitores são facilmente levados a identificar as narrativas e as personagens de qualquer obra literária, forçando-as e ou colando-as mesmo a pessoas concretas e a factos do seu conhecimento. Chamo a este tipo de personagens de “personagens vivas”, porque autênticas, podendo existir fora da obra e com elas tropeçar-se na rua, salvo seja.

 

 

Sobre meios pequenos, meios grandes, meios acanhados, recomendo dois belíssimos textos de Manuel Lopes – Os Meios Pequenos e a Cultura, Açores, 1951[1], e “Reflexões sobre a Literatura Cabo-verdiana ou A Literatura nos Meios Pequenos”, in Colóquios Cabo-verdianos, Lisboa, 1959[2].

 

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No âmbito de uma iniciativa conjunta com a Ponto & Vírgula Edições, a Livraria Pedro Cardoso acabou de dar à estampa a 2ª edição da obra: “Baltasar Lopes: Um homem arquipélago na linha de todas as batalhas” de Leão Lopes. O lançamento oficial está marcado para o dia 24 de abril em São Nicolau – Município da Ribeira Brava, e enquadra-se no âmbito da comemoração dos 110 anos do nascimento de Baltasar Lopes (23 de abril de 1907) e 150 anos do Seminário-Liceu.

 

Ainda enquadrado nesta celebração, haverá uma feira do livro: “Em Abril, Livros Mil”.

 

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Esquecer!? Ninguém esquece…
Suspende fragmentos na câmara escura, que se revelam à luz da lembrança...

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