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Vasco Martins, ‘Mei D’ilha’

Brito-Semedo, 13 Set 17

  

mei d'ilha.jpg

 

 

Saída oficial: 21 de Setembro 2017 (equinócio)

 

 

11 TEMAS

 

Mei D’ilha/Bambus de Caibros/Km6/Kindness/Sinergia/No bai/Amornando/Voz trankil/Dançadera linda/Luando/Arco

 

Vasco Martins: teclados e guitarra acústica

Tche Sousa: baixo Micau

Chantre: bateria e búzio

Djinni Ribeiro: percussão e búzio

François Verly: percussão (tablas, tambor d’água, gongos e singing bowls, efeitos)

Voices: Spectatronics & VM

Gravação e misturas : Davout studios‐Paris/Jean Loup e Vasco Martins

Mastering: Parelies/Paris

Foto: João Barbosa

Design: uMa iDeIa

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Rodiá currintim na ded

Brito-Semedo, 19 Mai 17

  

Manuel d'Novas, Anos 70.jpg

Frank Cavaquim_01.jpg

 

 

Rodiá um currintim na ded

E puli es rua d’Soncente

Sô ta criticá na vida d'gente

Espiá trabóie d'home ta fazês mêde[1]

 

“Holandeza q’certeza”, Coladeira

 

Ó Frank bô ê tão mau

Deus ta na céu quê pal oiá[2]

 

“Resposta Menininhas d'Monte Sossego”, Coladeira

MANUEL D’NOVAS

 

A coladeira é um género de música nascido nos anos 1930, consolidando-se nos anos de 1940 e 1950, atingindo o seu auge nas décadas de 1960 e 1970.

 

Com dois polos de desenvolvimento, São Vicente, Mindelo, com Gregório Gonçalves [Ti Goi] (São Vicente, 1920 – 1991), Francisco Vicente Gomes [Frank Cavaquim] (Santo Antão, 1927 – 1993) e Manuel Jesus Lopes [Manuel d’ Novas] (Santo Antão, 1938 – 2009); e Santiago, São Domingos e Praia, com Fulgêncio Tavares [Ano Novo] (Santiago, 1932 – 2004) e Abílio Barbosa Évora [Bilocas] (Praia, 1938 – 1988), a coladeira caracteriza-se por retratar nas suas letras o dia-a-dia das gentes do povo, as peripécias do amor, as paródias, os ridículos, as suas “riolas”, de uma forma satírica e, por vezes, picante.

 

Ti Goi, Frank Cavaquim e Manuel d’Novas, para além dos seu dons de compositor, tinham facilidade e tempo para observar o que acontecia à sua volta captando situações que transformaram em belíssimas coladeiras.

 

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Suspende fragmentos na câmara escura, que se revelam à luz da lembrança...

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