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Nhô Djunga

Brito-Semedo, 3 Jan 13

 

 

João Cleófas Martins nasceu em S. Vicente a 28 de Agosto de 1901.

 

Após os estudos de instrução primária, entrou para o telégrafo inglês onde trabalhou até 1928 tendo depois seguido para Lisboa a fim de se especializar na arte fotográfica, de onde viria a regressar a S. Vicente   em 1931, estabelecendo-se como fotógrafo na Rua Senador Vera-Cruz.

 

Atento sempre aos problemas de Cabo Verde, principalmente aos de ordem moral e educacional, tomou a seu cargo o Albergue Municipal, fazendo dele um verdadeiro lar para as crianças, idosos e doentes.

 

Nos últimos 30 anos da sua vida a sua ocupação quase exclusiva era o Albergue, olhando secundariamente para os seus interesses profissionais.

 

Nhô Djunga era um filósofo, um homem que nasceu observador, com uma ironia de pensar e rir. Nos últimos anos da sua vida tornou-se uma figura muito popular que o povo admirava como um escritor e um filósofo de cariz popular.

 

Faleceu a 27 de Agosto de 1970 no Mindelo, na véspera do dia em que completaria 69 anos de idade.

 

O Centro Juvenil no Mindelo, no antigo Orfanato, detém o seu nome.

 

 

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Com este post, o “Na Esquina“ dá início à reedição de uma série de crónicas da rúbrica “Cabo Verde – Visto por caboverdeanos”, do Programa 'Arco Íris', da Rádio Barlavento, emitido em 1957.

 

Esta recuperação da memória da Rádio Barlavento só é possível graças à colaboração do amigo Artur Mendes (Sintra, Portugal), um português e também m’nine de Soncent.

 

Abertura

 

A Rádio Barlavento, pelo seu programa ‘Arco Iris’, realiza hoje uma tentativa que, além de ser grata ao nosso coração, é uma das formas de se efectivarem os objectivos que motivaram a criação do nosso posto emissor.

 

De tentativa se trata, porque outra coisa não é esta recolha de colaborações desinteressadas que vão procurar, cada qual no ângulo que escolheu, captar que há de significativo, ou de básico, nas nossas nove ilhas habitadas. Ninguém se admire, pois, de ouvir uma ou outra perspectivação de que discorde, porque é esta precisamente uma das nossas necessidades: – a discordância útil, que exerça sobre as nossas virtualidades de civismo acção estimulante de um salutar debate de ideias…”. (Foto do Grupo da Rádio Barlavento).

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