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Grémio Recreativo Castilho

Brito-Semedo, 19 Abr 11

Grupl Coral e Teatral do Castilho. Foto anos 60, gentilmente cedida por Américo Medina

 

Esquerda para a direita: (1.ª Fila) Nhélas Araújo, Titina, Timóteo Silva, Daniel Almeida (Cuda),..., M.ª José Almeida, Djosinha, Manuela de Nha Concha; (2.ª Fila) ,..., Duca de Nhô Pitra, Daniel Almeida (Didi de Farmácia), Ernesto Medina,..., Luís de Nhô Quim Chavinha, José Calazans Silva,... de M.ª José de Laquenha,..., Longino e Amândio Cabral; (3.ª Fila), Djack Silva, Armando Silva, Manel Figueira e Nelly.

 

O Grémio Recreativo Castilho, fundado  em 1923,  por jovens estudantes pertencentes à classe média mindelense (constituída de funcionários, agentes do comércio e empregados das companhias inglesas) marcou a vida cultural e desportiva de Cabo Verde.

 

Interessa saber porque se inspiraram  no ultra-romantismo de António Feliciano de Castilho e não do realismo e do naturalismo de Antero de Quental, fundador de Associações de Trabalhadores e de jornais políticos, ilhéu dos Açores e mais próximo das realidades de Cabo Verde e adversário do ultra-romantismo? A resposta deve estar nesse comentário a soldo do escritor António Aurélio Gonçalves, ao afirmar que o ultra-romantismo português, de que António Feliciano de Castilho foi um dos grandes mestres, teria encontrado o seu último refúgio em Cabo Verde nas  mornas de Eugénio Tavares (Brava, 1868/1930). Ler mais aqui.

 

 

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