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Escolas da cidade da Praia, Edifício construído em 1877

 

 

Por longo tempo, desde a descoberta do Arquipélago até 1817, não se encontra vestígio na legislação da Província que indique a mais insignificante medida promulgada a favor da sua Instrução Pública. De facto, a instrução ministrada era privada, quase exclusivamente clerical.

 

A Igreja, que era quem se ocupava da instrução nas Ilhas, sofreu, em 1759, um profundo golpe com a extinção da Companhia de Jesus. Após a determinação da expulsão dos Jesuítas, o Marquês de Pombal promoveu uma reforma na tentativa de substituir o ensino ministrado por aquela ordem religiosa. Em Cabo Verde tal reforma ficou em meras intenções ou iniciativas isoladas em abrir escolas régias.

 

Em 1811, as escolas régias autorizadas permaneciam apenas no papel, o que terá provocado um severo reparo da Corte do Rio de Janeiro, que ordenava ao Governador e ao Bispo que levassem por diante, com celeridade, a criação de escolas públicas, tornando a escolaridade obrigatória a partir dos sete anos de idade. Só que o Orçamento da Província não suportava tamanha despesa.

 

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Luísa Queirós, artista plástica, fundadora da Cooperativa Resistência e impulsionadora do Centro Nacional de Artesanato morreu hoje no Mindelo.

 

Nascida em Lisboa, Luísa Queirós chegou a Cabo Verde em 1975 poucos meses antes da independência. Juntamente com Manuel Figueira e Bela Duarte deu início a um dos projectos mais significativos para as artes plásticas neste país: a Cooperativa Resistência.

 

O grupo foi também o principal impulsionador do Centro Nacional de Artesanato onde foram responsáveis pela recolha de materiais, técnicas e formação, ajudando à criação de um importante património cultural.

 

Pintora, Luísa Queirós era definida como uma artista cujas obras "figurativas enchem muito o espaço com cores vivas e formas que nos fazem seguir o curso de histórias e emoções".

 

Luísa Queirós é natural de Lisboa e reside em Mindelo, S. Vicente, desde 1975.

 

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