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Sendo nós originários das ilhas e vivendo em meios pequenos e, convenhamos, acanhados, onde a relação de parentesco é uma teia emaranhada, por vezes complexa, sem a possibilidade de anonimato e onde a vida e as estórias das pessoas e das famílias são praticamente do domínio público, os leitores são facilmente levados a identificar as narrativas e as personagens de qualquer obra literária, forçando-as e ou colando-as mesmo a pessoas concretas e a factos do seu conhecimento. Chamo a este tipo de personagens de “personagens vivas”, porque autênticas, podendo existir fora da obra e com elas tropeçar-se na rua, salvo seja.

 

 

Sobre meios pequenos, meios grandes, meios acanhados, recomendo dois belíssimos textos de Manuel Lopes – Os Meios Pequenos e a Cultura, Açores, 1951[1], e “Reflexões sobre a Literatura Cabo-verdiana ou A Literatura nos Meios Pequenos”, in Colóquios Cabo-verdianos, Lisboa, 1959[2].

 

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