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No dia em que a Organização Não Governamental Atelier Mar que dirige completou 34 anos de existência, Leão Lopes anunciou que o processo de reconhecimento do vinho do Fogo como património mundial do gosto está a ser analisado pela associação internacional, Slow Food,  a qual fomenta uma “nova lógica” de produção alimentar e desenvolve programas de educação alimentar a favor da biodiversidade.

 

O vinho produzido junto à cratera do Vulcão do Fogo, segundo Leão Lopes, “tem qualidade mundial” e, por isso, deve ser reconhecido "brevemente" já que o processo se encontra  em fase de conclusão.

 

Além do vinho da Ilha do Fogo e do queijo de Santo Antão, este reconhecido em 2007 como património mundial do gosto, Cabo Verde pretende ainda apresentar ao Slow Food outros produtos como a aguardente de cana e diversas compotas e geléias de frutas produzidos no arquipélago.

 

Os proprietários do Vinho da Chã, por outro lado, apresentaram terça-feira, 15, no Mindelo, novos rótulos nas garrafas de vinho branco e tinto, as quais passam a ostentar desenhos dos artistas Tchalé Figueira, Leão Lopes e José Gomes.

 

Trata-se de um produto que vai estar acessível em “circuitos especiais” do mercado cabo-verdianos, ainda segundo Leão Lopes.

  

in Sapo.CV

 

Fotos David Lima Monteiro, Alternativa, 15.Jan.2013
 
 

 

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