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Academia das Ciências e Humanidades CV

Brito-Semedo, 29 Set 13

 

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 Aspectos da Cidade do Mindelo. Fotos Ana Brito-Semedo, Março.2013

 

A Academia das Ciências e Humanidades de Cabo Verde, criada em Mindelo em Dezembro de 2012, tem sido muito referida por estes dias, a propósito da criação da novel Academia Cabo-verdiana de Letras.

 

A Esquina do Tempo dá a conhecer informações sobre a Academia das Ciências e Humanidades de Cabo Verde divulgadas por ocasião da sua constituição:

 

1. Os Estatutos e a Acta da Assembleia Constitutiva da Academia das Ciências e Humanidades de Cabo Verde foram aprovados em Mindelo, no dia 7 de Dezembro.

 

2. O artigo 32º dos Estatutos aprovados, enumera os 24 promotores da ACH de Cabo Verde.

 

3. O Ponto 4º da Acta da Assembleia Constitutiva indica os nomes dos 13 promotores presentes e mandatados para assinar os Estatutos* e inscrever a Academia no Cartório Notarial da ilha de São Vicente.

 

4. O Conselho Académico Instalador (CAI), com um mandato válido por um ano, até 6 de Dezembro de 2013, tem a seguinte composição (Artigo 32º dos Estatutos): Onésimo Silveira - Presidente; Jorge Sousa Brito (Vice-Presidente), Odette Pinheiro (Vice-Presidente); Albertino Graça (Tesoureiro); Corsino Tolentino (Secretário-Geral).

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Academia CV de Letras - Discurso PR

Brito-Semedo, 28 Set 13

Presidente da Assembleia Geral da Academia, David Hopffer Almada; Ministro da Cultura, Mário Lúcio Sousa; e Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca
 

O acto constitutivo da Academia Cabo-verdiana de Letras – ACL é prova irrefutável da saúde da nossa Nação. Em boa verdade, quando uma Nação, com raízes tão profundas no tempo como a nossa, demonstra ter ainda húmus para continuar a afinar a sua organização e sistematização é porque está bem.

 

A Nação cabo-verdiana antecede o Estado cabo-verdiano. Muito antes da constituição do ente que confere personalidade jurídica à Nação cabo-verdiana, esta já se havia constituído e consolidado. E se dúvida houvesse a esse respeito, o rol de Imortais da nascente Academia Cabo-verdiana de Letras está aí para elucidar os mais cépticos. Todos eles nasceram e assumiram a sua cabo-verdianidade muito antes do 5 de Julho de 1975, e mesmo deram contribuição decisiva para a orientação dos movimentos sociais e políticos que viriam a liderar a luta para a autodeterminação e independência de Cabo Verde.

 
Todos eles, de André Alvares D' Almada (1555 – 1650) a João Baptista Rodrigues (falecido recentemente), passando Por Antónia Gertrudes Pusich, José Evaristo de Almeida, Guilherme Dantas, Luís Loff de Vasconcelos, Januário Leite, Eugénio Tavares, Pedro Monteiro Cardoso, João Lopes, António Aurélio Gonçalves, Jorge Barbosa, Manuel Monteiro Duarte, Jaime de Figueiredo, Manuel Lopes, Baltasar Lopes da Silva, Manuel Ferreira, António Nunes, Henrique Teixeira de Sousa, Amílcar Cabral, Yolanda Morazzo, Ovídio Martins, Gabriel Mariano, Leopoldina Barreto, João Varela,  Mário Fonseca, João Henrique de Oliveira Barros e tantos outros valorosos descendentes desta pátria que, pelo seu engenho e pela sua arte, se foram da lei da morte libertando, nasceram, medraram e deram a sua contribuição para a construção desta Nação valente, ainda antes das lutas que conduziriam ao nascimento do Estado cabo-verdiano.

 

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