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Capa-livro.jpgDescantes da Minha Ribeira é oratória, cântico e vivenciamento.

 

São duas as artes que identificam Kaká Barboza – a música, de que é exímio compositor e instrumentista, e a escrita, enquanto poeta e contista, uma na mão direita, outra na mão esquerda – onde explora a sonoridade e as técnicas de compor e de contar. Neste caso, a arte é um cantar só.

 

Combino o verbo regular da primeira conjugação “descantar” de onde deriva o substantivo/nome do livro [e viva a gramática tradicional de José Maria Relvas e de Tomás de Barros por onde estudamos!]: Eu descanto, tu descantas, ele [Kaká Barboza] descanta…

 

Kaká Barboza é um “descantador”, uma pessoa que descanta, ou seja, alguém que canta ao som de instrumentos musicais – mas que também canta no silêncio da escrita – as estórias e os contos da sua vivência, as suas memórias, a sua ribeira. Daí essas estórias e contos, melhor dizendo, esses “contares”, serem celebrações alegres e festivas, muito embora em notas e tons de crítica.

 

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"O Fiel Defunto", de Germano Almeida

Brito-Semedo, 30 Jun 18

  

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