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O centro do mundo: Escrevendo de CV

Brito-Semedo, 25 Mai 20

 

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Imagem: Hélder Paz Monteiro(in) ver (tido) reflexo, 2018. Cortesia da artista.

 

 

Nossa edição de maio de 2020 é a nossa primeira dedicada à literatura de Cabo Verde, uma nação do arquipélago na África Ocidental cuja cultura incorpora influências portuguesas e africanas. Os nove textos aqui, incluindo a nossa primeira peça do crioulo cabo-verdiano, exploram a ocupação simultânea de Cabo Verde do centro e das margens do mundo. Manuel Brito-Semedo traça os contornos da cultura literária cabo-verdiana; em poesia e prosa, respectivamente, os vencedores do Prêmio Camões, Arménio Vieira e Germano Almeida, relatam a descoberta de entendimentos mais profundos do país e do eu, em Lisboa e na ilha de Boa Vista; Fátima Bettencourt sonha com o fim do mundo; Dina Salústio descreve o desejo de uma cidade de fazer seu nome; Luís Romano conta uma história de riqueza em trapos; Filinto Elísio acena para a lenda do jazz Horace Silver ' s Cabo-verdiano origina e pondera a linha entre existente e não. Com traduções de Anna Kushner, David Shook, Eric MB Becker, Jeff Hessney, Jethro Soutar e Nina Perrotta. (ver Revista Words Without Borders, Maio 2020).

 

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Morreu a Escritora Maria Velho da Costa

Brito-Semedo, 24 Mai 20

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Maria Velho da Costa

 

(Lisboa, 26.Junho.1938 – 23.Maio.2020)

 

 

Literatura lusófona perde uma das suas referências: Maria Velho da Costa,  Prémio Camões em 2002.

 

Uma das renovadores da poesia portuguesa e uma combatente pela liberdade.

 

“Os regimes totalitários sabem que a palavra e o seu cume de fulgor, a literatura e a poesia, são um perigo. Por isso queimam, ignoram e analfabetizam, o que vem dar à mesma atrofia do espírito, mais pobreza na pobreza", afirmou em 2013, com uma profunda lucidez histórica.

 

Cabo Verde beneficiou-se da sua presença e acção de 1988 a 1990, num período de muita actividade cultural, quando foi adida cultural da embaixada portuguesa em Cabo Verde.

 

Álvaro Ludgero Andrade

 

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